domingo, 31 de maio de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
É só právisar.....
... que vou desaparecer durante alguns dias. Não é de estranhar, depois de casar, né????
Isso que dizer que é possivel que o blogue só seja actualizado esporadicamente e apenas via telemovel.
Por isso não estranhem, ok????
Até já.....
Isso que dizer que é possivel que o blogue só seja actualizado esporadicamente e apenas via telemovel.
Por isso não estranhem, ok????
Até já.....
sexta-feira, 29 de maio de 2009
HOJE!!!
Hoje é um dia especial.
A Sky faz anos. E dentro de uma hora será uma aniversariante casada.
Vai ser um casamento simples, muito low profile.
Mas os casamentos tem que ser celebrados, festejados. E não foi possivel organizar uma festa à altura do nosso amor, com a distancia geográfica que nos separava.
Mas agora não. Agora estamos juntos e aqui. E a festa, com gentes de todas as raças e países vai acontecer para o ano que vem, em Agosto, para que toda a gente possa vir sem desculpas de ultima hora.
Hoje é um dia especial. Formalizamos publicamente o nosso amor.
O casamento é só pró ano.
A Sky faz anos. E dentro de uma hora será uma aniversariante casada.
Vai ser um casamento simples, muito low profile.
Mas os casamentos tem que ser celebrados, festejados. E não foi possivel organizar uma festa à altura do nosso amor, com a distancia geográfica que nos separava.
Mas agora não. Agora estamos juntos e aqui. E a festa, com gentes de todas as raças e países vai acontecer para o ano que vem, em Agosto, para que toda a gente possa vir sem desculpas de ultima hora.
Hoje é um dia especial. Formalizamos publicamente o nosso amor.
O casamento é só pró ano.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Brasil em 2020
A Revista "Época", uma das mais conceituadas do Brasil, publicou hoje, no seu aniversário, uma perspectiva sobre a potencial evolução do Brasil nos próximos 11 anos, até 2020. Para quem se interessa por este país, vale bem a pena ler. Para iniciativas sobre investimento, entrar em contacto com Ricardo Carvalho - carvalhorj(arroba)gmail(ponto)com

Onze anos é uma idade extraordinária. Uma explosão de hormônios inicia o processo de crescimento acelerado da adolescência. A formação de neurônios, que até então era caótica, começa a ser ordenada, e a camada de mielina que os envolve, responsável pelo transporte das informações, engrossa. Nessa época, esculpem-se os caminhos do raciocínio elaborado que marcará a vida adulta. E essas transformações vão tornar a pessoa mais rápida, inteligente, criativa, inovadora, idealista. Nós, de ÉPOCA, gostamos de acreditar que usamos todas essas qualidades para construir cada edição. Sabemos, é claro, que uma revista não é uma pessoa. Mas ela é feita de pessoas. Nesta semana, como qualquer criança de 11 anos, estamos eufóricos com nossa festa de aniversário – e ao mesmo tempo não conseguimos conter a expectativa pelo futuro que vislumbramos. Esses dois sentimentos, satisfação e esperança, nos guiaram a preparar um mapa das grandes transformações por que passaremos no país.
Será, é claro, um Brasil diferente sob vários aspectos. A maior parte deles, imprevisível. Uma década é um período longo o suficiente para derrubar certezas absolutas (ninguém prediz uma Revolução Francesa, uma queda do Muro de Berlim ou um ataque às torres gêmeas de Nova York). Mas é também um período de maturação dos grandes fenômenos incipientes – dez anos antes da popularização da internet já era possível imaginar como ela mudaria o mundo. Da mesma forma, fenômenos detectáveis hoje terão seus efeitos mais fortes a partir de 2020.
O primeiro deles será a mudança populacional brasileira. Nos anos 1960 e 1970, os estudiosos se preocupavam com a “bomba demográfica”: as altíssimas taxas de natalidade, de seis filhos por mulher, criavam uma pressão social que atrasava o progresso do país pela exigência de investimentos pesados em cuidados com a infância. Esse problema sumiu, quase por encanto. A urbanização, a entrada das mulheres no mercado de trabalho e os novos métodos anticoncepcionais fizeram a taxa de natalidade declinar, até o atual índice de 1,8 filho por mulher.
A mudança do perfil demográfico dá uma janela de oportunidade ao Brasil. Pela primeira vez, teremos mais gente no mercado de trabalho que fora dele. Mais trabalhadores que dependentes. Mais produtores que consumidores de riqueza. A janela se fechará a partir da década seguinte, com o aumento do número de idosos. Esta década é, portanto, aquela em que temos as melhores condições para resolver os problemas estruturais do país (o que o Brasil precisa fazer para crescer mais e melhor). É uma tarefa hercúlea. Mas, como disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Se cada presidente deixar um conjunto de obras estruturantes para o sucessor, o país dará um salto de qualidade nos próximos 20 anos”.
As mudanças populacionais incluem certa redistribuição regional. O Sul e o Sudeste já deixaram de atrair gente do país inteiro, e as cidades médias (de 100 mil a 500 mil habitantes) vêm crescendo a taxas maiores que as grandes. É possível, ainda, que o maior país católico do mundo tenha maioria protestante.
Do ponto de vista econômico, o Brasil também está bem situado. Não à toa somos considerados o mais bem arrumado entre os países do grupo Bric, à frente de China, Índia e Rússia (leia entrevista com Jim O’Neill, o criador do conceito). Espera-se que os Brics ganhem peso econômico em 2020 e respondam pela maior parte da economia mundial em 2050. Já na próxima década o PIB brasileiro (soma de todas as riquezas produzidas pelo país) deverá pular para US$ 2,6 trilhões, segundo previsão do banco de investimentos Goldman Sachs. É quase o dobro do atual. A participação do Brasil no PIB mundial passará de 2,5% para 4%. Teremos ultrapassado a Itália. A riqueza extra deve melhorar a vida dos brasileiros, mas ela sozinha não garantirá um padrão de vida de país desenvolvido. Como diz o economista Paulo Guedes, não queremos o pesadelo de um PIB gigantesco com uma população miserável. Queremos a “formação de uma enorme classe média, criando extraordinário mercado de consumo de massa pela contínua elevação da renda per capita”. Para chegarmos a isso, é preciso resolver os gargalos da economia (uma síntese de nossos desafios) e prevenir as ameaças futuras, como o rombo da Previdência Social. “O Brasil era o país do futuro. Não é mais. O futuro já está aqui. Nosso problema não é mais de subdesenvolvimento, é de injustiça”, diz o sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Também no campo econômico vivemos uma janela de oportunidade. Hoje, o Brasil é uma potência do agronegócio e das commodities graças aos recursos naturais e à mão de obra relativamente barata. A partir de 2020, é possível que a África reúna essas condições. Precisamos estar mais bem preparados para competir em outro nível: da produção de conhecimento. “O Brasil precisa buscar um novo patamar de geração de riqueza através da inovação tecnológica”, diz James Wright, diretor do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Universidade de São Paulo. Precisamos de mais cientistas e técnicos. Precisamos, sobretudo, investir em educação. Teremos, nesta década, menos crianças entrando na idade escolar. Em 2020, haverá entre 10 milhões e 13 milhões de matrículas a menos no ensino fundamental. Os recursos hoje gastos com esse contingente podem ser aplicados em tecnologia, aumento da carga horária e treinamento de professores. Ainda será pouco. Para dar o salto de que o Brasil precisa, é necessário reservar para a educação no mínimo 5% do PIB – hoje gastamos apenas 3,7%.
Além de crescer mais, precisamos decidir crescer de forma mais sustentável. O Brasil começará a sentir, a partir de 2020, os efeitos do aquecimento global. As ameaças vão da desertificação de grandes áreas ao aparecimento de mais ciclones e furacões. O futuro exigirá de nós um esforço de adaptação. Não apenas ao clima, mas às mudanças sociais que despontam. Haverá empregos diferentes, e muitos de nós precisarão trabalhar até idades mais avançadas. Teremos carros melhores e menos poluentes, mas o trânsito não vai melhorar. Teremos uma redução dos níveis de violência, principalmente porque haverá menos jovens na idade mais propícia ao crime, mas essa tendência oscilará e só se confirmará totalmente a partir dos anos 2030. Viveremos mais, e gastaremos mais com saúde. Os casamentos ocorrerão mais tarde, as famílias serão menores e haverá 5 milhões de mulheres a mais que homens. Usaremos a tecnologia de forma diferente, compraremos produtos maravilhosos, cultivaremos a fama e consumiremos cultura de outras formas. Mas continuaremos sendo brasileiros no que isso tem de mais essencial. E, após sediar a Copa do Mundo de 2014, estaremos nos preparando para o oitavo ou nono título de campeões mundiais – três ou quatro à frente da Itália.

Onze anos é uma idade extraordinária. Uma explosão de hormônios inicia o processo de crescimento acelerado da adolescência. A formação de neurônios, que até então era caótica, começa a ser ordenada, e a camada de mielina que os envolve, responsável pelo transporte das informações, engrossa. Nessa época, esculpem-se os caminhos do raciocínio elaborado que marcará a vida adulta. E essas transformações vão tornar a pessoa mais rápida, inteligente, criativa, inovadora, idealista. Nós, de ÉPOCA, gostamos de acreditar que usamos todas essas qualidades para construir cada edição. Sabemos, é claro, que uma revista não é uma pessoa. Mas ela é feita de pessoas. Nesta semana, como qualquer criança de 11 anos, estamos eufóricos com nossa festa de aniversário – e ao mesmo tempo não conseguimos conter a expectativa pelo futuro que vislumbramos. Esses dois sentimentos, satisfação e esperança, nos guiaram a preparar um mapa das grandes transformações por que passaremos no país.
Será, é claro, um Brasil diferente sob vários aspectos. A maior parte deles, imprevisível. Uma década é um período longo o suficiente para derrubar certezas absolutas (ninguém prediz uma Revolução Francesa, uma queda do Muro de Berlim ou um ataque às torres gêmeas de Nova York). Mas é também um período de maturação dos grandes fenômenos incipientes – dez anos antes da popularização da internet já era possível imaginar como ela mudaria o mundo. Da mesma forma, fenômenos detectáveis hoje terão seus efeitos mais fortes a partir de 2020.
O primeiro deles será a mudança populacional brasileira. Nos anos 1960 e 1970, os estudiosos se preocupavam com a “bomba demográfica”: as altíssimas taxas de natalidade, de seis filhos por mulher, criavam uma pressão social que atrasava o progresso do país pela exigência de investimentos pesados em cuidados com a infância. Esse problema sumiu, quase por encanto. A urbanização, a entrada das mulheres no mercado de trabalho e os novos métodos anticoncepcionais fizeram a taxa de natalidade declinar, até o atual índice de 1,8 filho por mulher.
A mudança do perfil demográfico dá uma janela de oportunidade ao Brasil. Pela primeira vez, teremos mais gente no mercado de trabalho que fora dele. Mais trabalhadores que dependentes. Mais produtores que consumidores de riqueza. A janela se fechará a partir da década seguinte, com o aumento do número de idosos. Esta década é, portanto, aquela em que temos as melhores condições para resolver os problemas estruturais do país (o que o Brasil precisa fazer para crescer mais e melhor). É uma tarefa hercúlea. Mas, como disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: “Se cada presidente deixar um conjunto de obras estruturantes para o sucessor, o país dará um salto de qualidade nos próximos 20 anos”.
As mudanças populacionais incluem certa redistribuição regional. O Sul e o Sudeste já deixaram de atrair gente do país inteiro, e as cidades médias (de 100 mil a 500 mil habitantes) vêm crescendo a taxas maiores que as grandes. É possível, ainda, que o maior país católico do mundo tenha maioria protestante.
Do ponto de vista econômico, o Brasil também está bem situado. Não à toa somos considerados o mais bem arrumado entre os países do grupo Bric, à frente de China, Índia e Rússia (leia entrevista com Jim O’Neill, o criador do conceito). Espera-se que os Brics ganhem peso econômico em 2020 e respondam pela maior parte da economia mundial em 2050. Já na próxima década o PIB brasileiro (soma de todas as riquezas produzidas pelo país) deverá pular para US$ 2,6 trilhões, segundo previsão do banco de investimentos Goldman Sachs. É quase o dobro do atual. A participação do Brasil no PIB mundial passará de 2,5% para 4%. Teremos ultrapassado a Itália. A riqueza extra deve melhorar a vida dos brasileiros, mas ela sozinha não garantirá um padrão de vida de país desenvolvido. Como diz o economista Paulo Guedes, não queremos o pesadelo de um PIB gigantesco com uma população miserável. Queremos a “formação de uma enorme classe média, criando extraordinário mercado de consumo de massa pela contínua elevação da renda per capita”. Para chegarmos a isso, é preciso resolver os gargalos da economia (uma síntese de nossos desafios) e prevenir as ameaças futuras, como o rombo da Previdência Social. “O Brasil era o país do futuro. Não é mais. O futuro já está aqui. Nosso problema não é mais de subdesenvolvimento, é de injustiça”, diz o sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Também no campo econômico vivemos uma janela de oportunidade. Hoje, o Brasil é uma potência do agronegócio e das commodities graças aos recursos naturais e à mão de obra relativamente barata. A partir de 2020, é possível que a África reúna essas condições. Precisamos estar mais bem preparados para competir em outro nível: da produção de conhecimento. “O Brasil precisa buscar um novo patamar de geração de riqueza através da inovação tecnológica”, diz James Wright, diretor do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Universidade de São Paulo. Precisamos de mais cientistas e técnicos. Precisamos, sobretudo, investir em educação. Teremos, nesta década, menos crianças entrando na idade escolar. Em 2020, haverá entre 10 milhões e 13 milhões de matrículas a menos no ensino fundamental. Os recursos hoje gastos com esse contingente podem ser aplicados em tecnologia, aumento da carga horária e treinamento de professores. Ainda será pouco. Para dar o salto de que o Brasil precisa, é necessário reservar para a educação no mínimo 5% do PIB – hoje gastamos apenas 3,7%.
Além de crescer mais, precisamos decidir crescer de forma mais sustentável. O Brasil começará a sentir, a partir de 2020, os efeitos do aquecimento global. As ameaças vão da desertificação de grandes áreas ao aparecimento de mais ciclones e furacões. O futuro exigirá de nós um esforço de adaptação. Não apenas ao clima, mas às mudanças sociais que despontam. Haverá empregos diferentes, e muitos de nós precisarão trabalhar até idades mais avançadas. Teremos carros melhores e menos poluentes, mas o trânsito não vai melhorar. Teremos uma redução dos níveis de violência, principalmente porque haverá menos jovens na idade mais propícia ao crime, mas essa tendência oscilará e só se confirmará totalmente a partir dos anos 2030. Viveremos mais, e gastaremos mais com saúde. Os casamentos ocorrerão mais tarde, as famílias serão menores e haverá 5 milhões de mulheres a mais que homens. Usaremos a tecnologia de forma diferente, compraremos produtos maravilhosos, cultivaremos a fama e consumiremos cultura de outras formas. Mas continuaremos sendo brasileiros no que isso tem de mais essencial. E, após sediar a Copa do Mundo de 2014, estaremos nos preparando para o oitavo ou nono título de campeões mundiais – três ou quatro à frente da Itália.
O Segredo
Há uns tempos atrás, falou-se muito do segredo, possuido apenas por alguns, e que através dele se teriam tornado ricos e famosos.
Hoje vou revelar outro segredo. Através dele não se vão tornar nem ricos nem famosos. Apenas mais conhecedores do bicho mulher.
O que abaixo se segue foi escrito, há muitos anos, por S., prima da Sky. Revela o que as mulheres pensam de si proprias à medida que os anos passam:
"O Segredo
15 anos: Ansiosa por iniciar a sua vida social e receber atenções do sexo oposto;
16 anos: Alimenta ilusões de "uma grande paixão";
17 anos: Pensa no amor, numa casa pequenina. "Amor e uma Cabana";
18 anos: Imagina-se apaixonada por um rapaz que a lisonjeou;
19 anos: Torna-se caprichosa e dificil de agradar, depois de ter recebido elogios de outros rapazes;
20 anos: Fica na moda e dedica-se a festas e bailes;
21 anos: confia muito em seus atractivos e espera firmemente conquistar uma "situação brilhante";
22 anos: Recusa uma boa proposta de casamento porque o pretendente não é rapaz de prestígio;
23 anos: Namora qualquer rapaz que encontra;
24 anos: Começa a preocupar-se porque ainda não casou;
25 anos: Resolve ser mais reservada na atitude com o sexo oposto;
26 anos: Acha que só um marido rico lhe serve;
27 anos: Chega à conclusão que a companhia de um homem sensato é preferivel a todos os flirts;
28 anos: Pensa que para ser feliz é preferivel casar-se com um homem que ganhe um salário razoavel que ter uma vida de ostentação;
29 anos: Começa a desesperar por ainda não ter casado;
30 anos: Começa a ter medo de ficar para "titia"
31 anos: Começa a preocupar-se muito com a roupa e a esconder a idade;
32 anos: Começa a dizer que não gosta de bailes ao ver que as mulheres mais jovens monopolizam os melhores pares;
33 anos: Não compreende porque os homens preferem flirtar como meninas tolas do que com mulheres mais maduras e sensatas;
34 anos: Mostra muita vivacidade na conversa com os homens e concorda com tudo o que eles dizem;
35 anos: Mostra-se muito ciumenta quando outras mulheres são elogiadas em sua presença;
36 anos: Arruma brigas com amigas recem casadas;
37 anos: Considera-se desprezada pela sociedade e começa a ficar caseira;
38 anos: Gosta de comentar os aborrecimentos de amigas casadas, achando consolo nas suas (delas) infelicidades;
39 anos: a tendencia dos 38 anos aumenta substancialmente;
40 anos: Torna-se intrometida e curiosa com coisas que não lhe dizem respeito;
41 anos: Ultimo recurso - MOstra uma ardente paixão por um homem sem dinheiro nem posição social;
42 anos: Sem exíto, começa a voltar-se contra os homens;
43 anos: Desenve dramaticamente a competencia fofoqueira e de falar mal dos outros;
44 anos: Começa a falar mal dos costumes, toda a moda é "avançada";
45 anos: Mostra uma forte preferência por viuvos, solteirões e aposentados;
46 anos: Começa a procurar organizações religiosas e/ou filosóficas;
47 anos: Começa a dar uma de "moralista" e a xingar o modo de outra mulheres se vesturem;
48 anos: Começa a ter a mania de cria animais de estimação - cães, gatos, etc;
49 anos: convida uma parenta pobre para vir morar com ela para tomar conta dos cães e dos gatos;
50 anos: Aborrecida com tudo, passa a zangar-se com Deus e com tudo. O homem não presta e passa a dar a sua total e irrestrita atenção aos animais."
Hoje vou revelar outro segredo. Através dele não se vão tornar nem ricos nem famosos. Apenas mais conhecedores do bicho mulher.
O que abaixo se segue foi escrito, há muitos anos, por S., prima da Sky. Revela o que as mulheres pensam de si proprias à medida que os anos passam:
"O Segredo
15 anos: Ansiosa por iniciar a sua vida social e receber atenções do sexo oposto;
16 anos: Alimenta ilusões de "uma grande paixão";
17 anos: Pensa no amor, numa casa pequenina. "Amor e uma Cabana";
18 anos: Imagina-se apaixonada por um rapaz que a lisonjeou;
19 anos: Torna-se caprichosa e dificil de agradar, depois de ter recebido elogios de outros rapazes;
20 anos: Fica na moda e dedica-se a festas e bailes;
21 anos: confia muito em seus atractivos e espera firmemente conquistar uma "situação brilhante";
22 anos: Recusa uma boa proposta de casamento porque o pretendente não é rapaz de prestígio;
23 anos: Namora qualquer rapaz que encontra;
24 anos: Começa a preocupar-se porque ainda não casou;
25 anos: Resolve ser mais reservada na atitude com o sexo oposto;
26 anos: Acha que só um marido rico lhe serve;
27 anos: Chega à conclusão que a companhia de um homem sensato é preferivel a todos os flirts;
28 anos: Pensa que para ser feliz é preferivel casar-se com um homem que ganhe um salário razoavel que ter uma vida de ostentação;
29 anos: Começa a desesperar por ainda não ter casado;
30 anos: Começa a ter medo de ficar para "titia"
31 anos: Começa a preocupar-se muito com a roupa e a esconder a idade;
32 anos: Começa a dizer que não gosta de bailes ao ver que as mulheres mais jovens monopolizam os melhores pares;
33 anos: Não compreende porque os homens preferem flirtar como meninas tolas do que com mulheres mais maduras e sensatas;
34 anos: Mostra muita vivacidade na conversa com os homens e concorda com tudo o que eles dizem;
35 anos: Mostra-se muito ciumenta quando outras mulheres são elogiadas em sua presença;
36 anos: Arruma brigas com amigas recem casadas;
37 anos: Considera-se desprezada pela sociedade e começa a ficar caseira;
38 anos: Gosta de comentar os aborrecimentos de amigas casadas, achando consolo nas suas (delas) infelicidades;
39 anos: a tendencia dos 38 anos aumenta substancialmente;
40 anos: Torna-se intrometida e curiosa com coisas que não lhe dizem respeito;
41 anos: Ultimo recurso - MOstra uma ardente paixão por um homem sem dinheiro nem posição social;
42 anos: Sem exíto, começa a voltar-se contra os homens;
43 anos: Desenve dramaticamente a competencia fofoqueira e de falar mal dos outros;
44 anos: Começa a falar mal dos costumes, toda a moda é "avançada";
45 anos: Mostra uma forte preferência por viuvos, solteirões e aposentados;
46 anos: Começa a procurar organizações religiosas e/ou filosóficas;
47 anos: Começa a dar uma de "moralista" e a xingar o modo de outra mulheres se vesturem;
48 anos: Começa a ter a mania de cria animais de estimação - cães, gatos, etc;
49 anos: convida uma parenta pobre para vir morar com ela para tomar conta dos cães e dos gatos;
50 anos: Aborrecida com tudo, passa a zangar-se com Deus e com tudo. O homem não presta e passa a dar a sua total e irrestrita atenção aos animais."
terça-feira, 26 de maio de 2009
Vou Explicar....
Existe um doce no Brasil que é extremamente..... como hei-de dizer, light, pouco calórico. Chama-se "Rapadura".
Vou explicar como se faz:
Vou explicar como se faz:
- Queima-se a cana do açuçar ainda na terra.
- Depois corta-se a cana e transporta-se para o local onde vai ser transformada.
- A cana é moída;
- O caldo é retirado da cana;
- Um tacho é utilizado para a recepção do caldo;
- O caldo, enquanto no tacho, é fervido. Com a elevação da temperatura algumas impurezas irão “boiar” e são retiradas com uma escumadeira);
- Do tacho, o caldo escorre por cano e vai parar em um balaio, onde é coado para a retirada de outras impurezas mais pesadas;
- Depois da retirada dessas impurezas, o caldo é colocado em uma espécie de caixa de depósito;
- O caldo é fervido novamente para engrossar e para continuar o processo de purificação;
- No momento que o caldo se torna melado, é retirado, coado e colocado em vasilhas;
- Depois, o caldo é retirado das vasilhas bem mais engrossado, daí, vai direto para as “canoas”;
- Nas “canoas”, o caldo é batido para obter uma liga e para que fique bem grosso;
- Ao ser retirado das “canoas”, é colocado no estandarte para ganhar a forma de rapadura;
- Depois que a rapadura já endureceu, esfriou e ganhou a sua forma, pode ser retirada do estandarte.
Mas esta explicação pouco ou nada ajuda em perceber a riqueza de sabor de um açucar (light... :) ) quase puro e não branqueado, onde se podem misturar coco, abacaxi, goiaba, amendoim, leite, etc, etc, etc...

Como em tantas coisas no Brasil, explicar não serve. Tem que ser provado....
Hoje Choveu...
Acordou escuro o dia e por volta de almoço deu uma rabanada de vento e uma chuvinha......
domingo, 24 de maio de 2009
Afinal e feitas bem as contas....
Ontem houve festa em Jateí: a 6ª Festa do Milho Verde.
Armaram-se ali umas barracas no recinto da Praça da Fogueira, contratou-se o patrocínio da cerveja Conti ("Conti com dor di cabeça no dia seguinte"), houve 3 bandas semi-profissionais a tocar musica sertaneja, muito milho cozido, muito milho assado, muita pamonha, muita sopa
paraguaia e, claro, muita cerveja.
Nós armámo-nos em finos e fomos para a àrea onde havia churrasco.
Aguardamos calmamente por uma mesa, enquanto beberricávamos uma cerveja, e outra cerveja, e outra cerveja e a mesa não vagava. E mais outra cerveja, até que a Sky decide pedir emprestada uma mesa para uma familia que já tinha jantado e que estava a fazer sala.
Saquei a mesa, que ela segurou enquanto eu fui buscar cadeiras e finalmente, talvez 45 minutos depois de termos entrado, sentámo-nos. A esposa do perfeito, muito solícita (e pra dar boa imagem, a trabalhar com os restantes funcionários da prefeitura) veio imediatamente colocar uma toalha na nossa mesa e informar-nos que iriamos se atendidos "logo, logo, logo". E fomos. Veio uma moça perguntar o que desejavamos jantar. Era obvio que pedimos churrasco. "Vem já, já..." disse ela.
Enquanto esperávamos, pedimos mais uma cerveja e o churrasco não aparecia. Afinal lá apareceu a moça, pedindo desculpa, por que o atraso não estava no churrasco, mas simplesmente tinha havido atraso na lavagem dos pratos "Muita gente, entende?....". Colocou os pratos e os talheres na mesa e informou que voltaria logo. Voltou. E informou que só havia carne assada e que estavam a finalizar o arroz e a mandioca. E nós, calmamente abrimos outra cerveja. Finalmente a moça regressou. O arroz e a mandioca estavam prontos mas tinha-se acabado a carne. Ufa, assim não dá.
Agradeçemos, levantámo-nos e fomos comer pastel de frango com catupiry enquanto ouviamos musica sertaneja no meio de cerca de 5000 pessoas que tinham vindo, alguns de muito longe, para comer, dançar e ouvir musica.
Afinal e feitas bem as contas, no fundo, no fundo, no fundo, somos todos motards. Fazemos Km sem fim para confraternizar, ouvir música e encher a barriga (embora, como em tudo na vida, uns comem carne assado, outros pastel de frango).
Armaram-se ali umas barracas no recinto da Praça da Fogueira, contratou-se o patrocínio da cerveja Conti ("Conti com dor di cabeça no dia seguinte"), houve 3 bandas semi-profissionais a tocar musica sertaneja, muito milho cozido, muito milho assado, muita pamonha, muita sopa
paraguaia e, claro, muita cerveja.
Nós armámo-nos em finos e fomos para a àrea onde havia churrasco.
Aguardamos calmamente por uma mesa, enquanto beberricávamos uma cerveja, e outra cerveja, e outra cerveja e a mesa não vagava. E mais outra cerveja, até que a Sky decide pedir emprestada uma mesa para uma familia que já tinha jantado e que estava a fazer sala.
Saquei a mesa, que ela segurou enquanto eu fui buscar cadeiras e finalmente, talvez 45 minutos depois de termos entrado, sentámo-nos. A esposa do perfeito, muito solícita (e pra dar boa imagem, a trabalhar com os restantes funcionários da prefeitura) veio imediatamente colocar uma toalha na nossa mesa e informar-nos que iriamos se atendidos "logo, logo, logo". E fomos. Veio uma moça perguntar o que desejavamos jantar. Era obvio que pedimos churrasco. "Vem já, já..." disse ela.
Enquanto esperávamos, pedimos mais uma cerveja e o churrasco não aparecia. Afinal lá apareceu a moça, pedindo desculpa, por que o atraso não estava no churrasco, mas simplesmente tinha havido atraso na lavagem dos pratos "Muita gente, entende?....". Colocou os pratos e os talheres na mesa e informou que voltaria logo. Voltou. E informou que só havia carne assada e que estavam a finalizar o arroz e a mandioca. E nós, calmamente abrimos outra cerveja. Finalmente a moça regressou. O arroz e a mandioca estavam prontos mas tinha-se acabado a carne. Ufa, assim não dá.
Agradeçemos, levantámo-nos e fomos comer pastel de frango com catupiry enquanto ouviamos musica sertaneja no meio de cerca de 5000 pessoas que tinham vindo, alguns de muito longe, para comer, dançar e ouvir musica.
Afinal e feitas bem as contas, no fundo, no fundo, no fundo, somos todos motards. Fazemos Km sem fim para confraternizar, ouvir música e encher a barriga (embora, como em tudo na vida, uns comem carne assado, outros pastel de frango).
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