Recebi um comentário interessante: a percentagem de aviões que caem, relativamente ao total que voa diariamente diz que não interessa se eu voava mensalmente para aqui ou semanalmente para ali. A estatística diz que eu teria que voar diariamente durante 3400 anos para ter a certeza que teria um acidente de avião.
Para as pessoas que voavam no AF447, o que aconteceu não foi um acidente, foi azar. Para os pilotos foi um defeito do avião. Para a Airbus foi um defeito de engenharia. Para o fabricante do componente foi um conjunto de condições climáticas adversas que muito muito raramente se conjugam.
É no fundo, no fundo, bem lá no fundo, quem se lixou com as probabilidades, foram os que morreram e a companhia de seguros.
É tudo uma questão de tabelas actuariais.
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